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	<title>clipestesia.com.br &#187; entrevista</title>
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		<title>Rogério Flausino em entrevista exclusiva. E sobre videoclipes!</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Nov 2011 21:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Rocha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este ano, a banda Jota Quest completa 15 anos de carreira. Para comemorar, Clipestesia fez uma entrevista exclusiva com Rogério Flausino, líder da banda. Ele fala tudo e mais um pouco tendo o que a gente mais gosta na pauta: videoclipes!!!!
Vanessa Rocha (vanessa@clipestesia.com.br)
A banda Jota Quest está comemorando 15 anos de carreira no ano de 2011 e, para celebrar em grande estilo, está rodando o país com a turnê J15 – Jota Quest 15 Anos na Moral. A turnê tem por objetivo não só apresentar aos fãs músicas do novo álbum, mas também ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F11%2Frogegio-flausino-em-entrevista-exclusiva-e-sobre-videoclipes%2F' data-shr_title='Rog%C3%A9rio+Flausino+em+entrevista+exclusiva.+E+sobre+videoclipes%21'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F11%2Frogegio-flausino-em-entrevista-exclusiva-e-sobre-videoclipes%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F11%2Frogegio-flausino-em-entrevista-exclusiva-e-sobre-videoclipes%2F' data-shr_title='Rog%C3%A9rio+Flausino+em+entrevista+exclusiva.+E+sobre+videoclipes%21'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F11%2Frogegio-flausino-em-entrevista-exclusiva-e-sobre-videoclipes%2F' data-shr_title='Rog%C3%A9rio+Flausino+em+entrevista+exclusiva.+E+sobre+videoclipes%21'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="shr-publisher-16502"></div><p>Este ano, a banda<strong> Jota Quest</strong> completa 15 anos de carreira. Para comemorar, <strong>Clipestesia </strong>fez uma entrevista exclusiva com <strong>Rogério Flausino</strong>, líder da banda. Ele fala tudo e mais um pouco tendo o que a gente mais gosta na pauta: videoclipes!!!!</p>
<p><span id="more-16502"></span><strong>Vanessa Rocha</strong> (vanessa@clipestesia.com.br)</p>
<p>A banda Jota Quest está comemorando 15 anos de carreira no ano de 2011 e, para celebrar em grande estilo, está rodando o país com a turnê <strong>J15 – Jota Quest 15 Anos na Moral.</strong> A turnê tem por objetivo não só apresentar aos fãs músicas do novo álbum, mas também relembrar os grandes sucessos da banda.</p>
<p>Em um dos intervalos dessa jornada pelo Brasil, o vocalista <strong>Rogério</strong> <strong>Flausino</strong> concedeu ao <strong>Clipestesia</strong> uma entrevista exclusiva, na qual conta quais são seus clipes preferidos e qual foi o show inesquecível de sua carreira, entre muitas outras coisas. Confira e comente <img src='http://clipestesia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://clipestesia.com.br/wp-content/uploads/2011/11/rogerio-pronto-11.jpg"><img class="size-medium wp-image-16507 aligncenter" style="border-style: initial; border-color: initial;" src="http://clipestesia.com.br/wp-content/uploads/2011/11/rogerio-pronto-11-226x300.jpg" alt="" width="226" height="300" /></a></strong></p>
<p><strong>Clipestesia &#8211; Qual clipe do Jota Quest você tem um carinho especial?</strong></p>
<p><strong>Rogério &#8211; </strong>Olha, eu tenho vários clipes que acho bacana. O primeiro que me deu orgulho foi o <strong>De volta ao Planeta</strong>, que é do Gringo Cardia. De lá para cá muita coisa legal aconteceu também e por isso vou citar outro, que é do álbum <em>La Plata</em>. Adoro o <strong>La Plata</strong>, no qual a gente interpreta jogadores de pocker, uma coisa meio <em>Snatch &#8211; Porcos e Diamantes</em>. Quem fez esse clipe foi o Conrado Almada e é bem bacana. Tem também o clipe <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=wPBFZldSsMI&amp;ob=av2n" target="_blank">O Sol</a>, </strong>que é de animação e  foi o nosso primeiro a ganhar um prêmio na MTV e no Multishow, é um clipe interessante do Marquinhos Araújo.</p>
<p><object width="520" height="393" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0tGb1jHjiTk?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="520" height="393" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/0tGb1jHjiTk?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<h1 id="firstHeading"></h1>
<p><strong>Clipestesia &#8211; Há algum clipe da banda que você não gosta??</strong></p>
<p><strong>Rogério -</strong> Vixi&#8230; Que eu não gosto tem um monte! O nosso primeiro clipe, <strong><a href="http://clipestesia.com.br/11/15-anos-de-estrada-15-anos-de-historia-e-sucesso/" target="_blank">As Dores do Mundo</a></strong>, eu gosto porque foi nosso primeiro, mas ele é estranho&#8230; Ele marcou a nossa chegada e a gente não aparece tocando, foi um pouco traumático. A gente ficava lá balançando a cabeça&#8230; Achamos ele um pouco <em>cool</em> demais, mas funcionou bem na chegada. É complicado ficar buscando um clipe ruim, porque um clipe tem a função de lançar uma determinada música. Com o passar do tempo, ele pode se tornar uma coisa velha ou continuar moderno.</p>
<p><strong>Clipestesia &#8211; E há algum clipe que serve como referência para você?</strong></p>
<p><strong>Rogério &#8211; </strong>Nossa, tem uma infinidade! Há clipes revolucionários. Agora, que tenha servido de referência para os nossos é difícil, porque a cada clipe sempre tem uma busca por diferentes inspirações. É difícil falar aqui assim de bate pronto&#8230; Mas, olha, para o clipe<strong> La Plata</strong>, por exemplo, a gente assistiu filmes como <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZOocUDuffdI" target="_blank">Snatch &#8211; Porcos e Diamantes</a></em> e os filmes do Quentin Tarantino.</p>
<p><object width="520" height="393" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yVbu_snLLgQ?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="520" height="393" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/yVbu_snLLgQ?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Clipestesia &#8211; Durante esses quinze anos, qual foi o melhor show da banda?</strong></p>
<p><strong>Rogério &#8211; </strong>O melhor show da banda foi no Rock in Rio. Lógico, a gente já passou por um monte de emoção bacana, a gravação do DVD em Belo Horizonte foi um momento mágico. Mas acho que foi esse show do Rock in Rio, por ter sido agora, por ter sido a primeira vez no festival, por ter sido para aquela plateia gigante, além da importância que ele tinha para nossa carreira. Tínhamos que fazer um bom show, aproveitar aquela oportunidade e buscar fazer um show que pudesse consagrar a banda de alguma foma. Assistindo pela TV, eu consigo enxergar várias imperfeições no show, coisas do som e até de performance minha, causadas pela emoção. Agora o nosso foco é próximo Rock in Rio, que será daqui a dois anos. Embora ainda não saibamos se seremos convidados novamente, a gente quer estar preparado e poder dar o nosso melhor, caso isso venha a acontecer.</p>
<p><object width="520" height="393" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/hSRAmvnK98A?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="520" height="393" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/hSRAmvnK98A?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois dessa entrevista muito legal, só resta ao Clipestesia agradecer ao <strong>Rogério Flausino</strong> e a toda banda <strong>Jota Quest </strong>por compartilharem um pouco de suas expêriencias conosco. Aproveitem!!</p>
<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F11%2Frogegio-flausino-em-entrevista-exclusiva-e-sobre-videoclipes%2F' data-shr_title='Rog%C3%A9rio+Flausino+em+entrevista+exclusiva.+E+sobre+videoclipes%21'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F11%2Frogegio-flausino-em-entrevista-exclusiva-e-sobre-videoclipes%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F11%2Frogegio-flausino-em-entrevista-exclusiva-e-sobre-videoclipes%2F' data-shr_title='Rog%C3%A9rio+Flausino+em+entrevista+exclusiva.+E+sobre+videoclipes%21'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F11%2Frogegio-flausino-em-entrevista-exclusiva-e-sobre-videoclipes%2F' data-shr_title='Rog%C3%A9rio+Flausino+em+entrevista+exclusiva.+E+sobre+videoclipes%21'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Quem não tem Swing Morre com a Boca cheia de formiga.Wilson Simonal + Promoção Imperdível!</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 12:12:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Rocha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cantor Wilson Simonal acrescentou muito ao cenário musical brasileiro, pois além de cantar de forma inovadora para época, criou um novo estilo musical: a pilantragem! Para prestigiar um artista tão importante o escritor Gustavo Alonso, em parceria com a Editora Record, lançam o livro &#8220;Quem não tem swing morre com a boca cheia de formiga&#8221;. Clipestesia faz entrevista exclusiva com o autor e ainda sorteia dois exemplares do livro pra você. Confira a entrevista e a promoção!

Vanessa da Rocha (vanessa@clipestesia.com.br)
O cantor Wilson Simonal alcançou o auge em sua carreira entre as décadas de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F10%2Fquem-nao-tem-swing-morre-com-a-boca-cheia-de-formiga-wilson-simonal-promocao-imperdivel%2F' data-shr_title='Quem+n%C3%A3o+tem+Swing+Morre+com+a+Boca+cheia+de+formiga.Wilson+Simonal+%2B+Promo%C3%A7%C3%A3o+Imperd%C3%ADvel%21'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F10%2Fquem-nao-tem-swing-morre-com-a-boca-cheia-de-formiga-wilson-simonal-promocao-imperdivel%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F10%2Fquem-nao-tem-swing-morre-com-a-boca-cheia-de-formiga-wilson-simonal-promocao-imperdivel%2F' data-shr_title='Quem+n%C3%A3o+tem+Swing+Morre+com+a+Boca+cheia+de+formiga.Wilson+Simonal+%2B+Promo%C3%A7%C3%A3o+Imperd%C3%ADvel%21'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F10%2Fquem-nao-tem-swing-morre-com-a-boca-cheia-de-formiga-wilson-simonal-promocao-imperdivel%2F' data-shr_title='Quem+n%C3%A3o+tem+Swing+Morre+com+a+Boca+cheia+de+formiga.Wilson+Simonal+%2B+Promo%C3%A7%C3%A3o+Imperd%C3%ADvel%21'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="shr-publisher-16170"></div><p style="text-align: justify;">O cantor<strong> Wilson Simonal</strong> acrescentou muito ao cenário musical brasileiro, pois além de cantar de forma inovadora para época, criou um novo estilo musical: a pilantragem! Para prestigiar um artista tão importante o escritor <strong>Gustavo Alonso</strong>, em parceria com a Editora Record, lançam o livro<em> &#8220;Quem não tem swing morre com a boca cheia de formiga&#8221;. Clipestesia faz entrevista exclusiva </em>com o autor e ainda sorteia dois exemplares do livro pra você. Confira a entrevista e a <a href="http://www.facebook.com/photo.php?fbid=236053653118435&amp;set=a.236053649785102.57843.100001414068987&amp;type=3&amp;theater" target="_blank">promoção</a>!</p>
<p><span id="more-16170"></span></p>
<p><strong>Vanessa da Rocha (</strong>vanessa@clipestesia.com.br)</p>
<p>O cantor<strong> Wilson Simonal</strong> alcançou o auge em sua carreira entre as décadas de 1960 e 1970. Entre suas músicas de maior sucesso estão  <em><strong>País tropical</strong>,<strong> <em>Mamãe </em></strong></em></p>
<p><a href="http://clipestesia.com.br/wp-content/uploads/2011/10/WILSON-SIMONAL-23.jpg"><img class="size-full wp-image-16177 alignleft" style="border-style: initial; border-color: initial;" src="http://clipestesia.com.br/wp-content/uploads/2011/10/WILSON-SIMONAL-23.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><em>passou açúcar em mim, <em>Meu limão, meu limoeiro</em> e <em>Sá Marina. </em></em></strong></em>Além disso, foi considerado um showman ao apresentar um programa de TV de grande sucesso chamado <em>&#8220;Show em Si&#8230; monal&#8221;</em>. Depois foi acusado de colaborar com a Ditadura Militar, ficou conhecido como dedo duro, caindo no ostracismo e tornando-se depressivo e alcoólatra, o que viria a causar sua morte por cirrose hepática.</p>
<p style="text-align: justify;">O livro do historiador fluminense Gustavo Alonso aborda exatamente as questões como o envolvimento do cantor com a Ditadura Militar, questionando a resistência de uma esquerda quase tão totalitária quando a direita que abominavam. Além disso, mostra que o cantor foi julgado por pregar em sua música uma alegria inaceitável para a época.</p>
<p style="text-align: justify;">Para nos contar um pouco mais sobre o livro o autor Gustavo Alonso bateu papo com o Clipestesia. Confira:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>-Porque você decidiu escrever o livro?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong><a href="http://clipestesia.com.br/wp-content/uploads/2011/10/8501084824_xb.jpg"><img class="size-medium wp-image-16176 alignright" src="http://clipestesia.com.br/wp-content/uploads/2011/10/8501084824_xb-202x300.jpg" alt="" width="258" height="383" /></a>A ideia  veio quando eu li o livro do Paulo César de Araújo, chamado &#8220;Eu não sou cachorro, não&#8221;, em 2004.  O livro de Paulo César quebrou uma série de mitos sobre a MPB ao mostrar que não foram apenas Chico Buarque, Gonzaguinha e Caetano Veloso que foram censurados, mas também os cantores &#8220;cafonas&#8221;.  Araújo mostrou que a censura também era moralista e puniu os &#8220;cafonas&#8221;, castrando suas obras em diversos momentos, assim como artistas da MPB.  Além disso, Araújo mostrou como em diversos momentos a MPB também apoiou a ditadura militar, fazendo músicas apologéticas e/ou afinadas ao regime ditatorial.   A partir desse momento comecei a reparar nas curtas referências a Simonal, que não davam a real dimensão de seu sucesso nos anos 60/70.  Somado a isso vinha a acusação de &#8220;dedo-duro&#8221;.  Resolvi então mergulhar na história da MPB, mas tentando compreender a exclusão de Simonal deste panteão.  Mas somente o apoio ao regime não explica o ostracismo social que sofreu, pois, como falei, vários artistas também cantaram a ditadura.  Resolvi então tentar resolver esse dilema e tentar entender a formação da MPB através deste &#8220;problema&#8221; chamado Wilson Simonal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>-O que você acha que o cantor Wilson Simonal acrescentou ao cenário musical brasileiro?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que acrescentar, acho que é útil pensar no que Simonal causou de ruptura no meio musical.  Ele começou Bossa Novista e depois popularizou, simplificou e massificou o som que vinha fazendo, incorporando valores estrangeiros e da cultura de massa.  Tornou-se o segundo artista mais popular da época, e causou ódios entre os puristas da MPB.  Sua postura de flertar com a cultura de massa no período da Pilantragem foi a principal causa do repúdio por grande parte do público universitário forjador da MPB.  Simonal fazia o caminho inverso da MPB, ou seja, buscava a comunicação com as massas enquanto os artistas como Chico Buarque, Elis Regina, Caetano Veloso e outros, apesar de suas diferenças, cada vez menos, e por motivos diversos, faziam menos canções para as massas,e mais para os próprios universitários e público de classe-média alta.  O discurso da resistência da música de protesto, ou a poética vanguardista tropicalista, ambos não atraíam as massas, que se sentiam muito mais identificadas a estética da Jovem Guarda e da Pilantragem.  A Pilantragem transformou Simonal &#8220;no cara que todo mundo queria ser&#8221; como disse o Jornal do Brasil em 1869. De forma que Simonal não foi uma soma. Esta idéia de vê-lo como soma busca mais uma pérola perdida na história da MPB&#8230; É uma visão memorialística que, penso, tem que ser problematizada. Mais interessante do que buscar um &#8220;museu de grandes novidades&#8221;, como diria o Cazuza, é entender e nos perguntar por que queremos um museu.  Simonal, assim como o tropicalismo, foi um anti-museu, alguém que não queria idolatrar a música de então, que queria transformá-la num caldeira, fundir vertentes, resignificar a música da Bossa, influenciar a cultura de massa.</p>
<p style="text-align: justify;">-<strong>Porque você acha que Wilson Simonal sofreu uma repressão tão grande, já que ele foi apenas indiferente a Ditadura Militar?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não diria que Simonal foi &#8220;indiferente&#8221;.  Pelo contrário. Eles sempre esteve atuando naquela época.  Ele nunca foi &#8220;sabonete&#8221;, mas estava sempre incomodando, sobretudo uma determinada esquerda universitária inventora da sigla MPB que queria folclorizar a música brasileira, &#8220;resgatar&#8221; as &#8220;raízes&#8221; da música brasileira, num movimento ingênuo de buscar no passado os valores que são legitimados no presente.   Depois da ditadura criou-se a idéia de que a sociedade resistiu a ditadura ou então que foi &#8220;indiferente&#8221; a ela.  Todos teriam vivido a ditadura como um &#8220;pesadelo&#8221;.  Ninguém teria apoiado o regime.  Penso que isso é um engano.  A sociedade esteve apoiando o regime, o que contraria grande parte dos livros publicados até hoje sobre a história da ditadura.  Mostro como e por que isso aconteceu no meu livro.  Alias mostro também como vários artistas da MPB flertaram com o regime: Elis Regina, Jair Rodrigues, Tonico e Tinoco, os tropicalistas, Originais do Samba, João Nogueira, Tom Jobim, Ivan Lins, Martinho da Vila, e até Chico Buarque, em determinado momento fizeram músicas que foram ouvidas, pela própria sociedade do milagre econômico, como favoráveis ao regime.  Simonal não foi diferente.  Ele caminhou na corda-bamba da indiferença e da adesão, ora se apoiando em um lado, ora em outro.  Cantou a alegria de se viver no &#8220;País Tropical&#8221;, música de Jorge Ben, em 1969, canção aliás que Simonal lançou e foi o mais famoso intérprete.  Cantou a idiferença ao regime em &#8220;Cada um cumpra com o seu dever&#8221;, canção de sua autoria.  Foi pro México durante a Copa de 70 e serviu como embaixador do Brasil.  Voltou e em 1971 gravou &#8220;Brasil, eu fico&#8221;, composição de Jorge Ben, resposta clara ao slogan &#8220;Brasil: ame-o ou deixe-o&#8221;.   De forma que ele não era apenas indiferente e, em alguns momentos, também flertou com o regime. A questão é que, não foi apenas Simonal que o fez.  Por que só ele ficou com a marca?  Tentei explicar no livro que sua trajetória foi especialmente desgraçada pois deveu-se a uma união trágica de diversos fatores: suas posturas ambíguas ou pró-regime, sua visão sobre a questão racial, o caso do espancamento do seu contador em 1971, o distanciamento da Bossa Nova, o flerte com a guitarra e com o som estrangeiro e, sobretudo, a popularização da Pilantragem nas massas, o que, especialmente este último, causou ódio entre os integrantes da MPB.  O ostracismo de Simonal não pode ser explicado apenas por questões &#8220;políticas&#8221;, e também ter que ser refletido esteticamente.  Seu expurgo deveu-se ao fato de Simonal cantar &#8220;outras palavras&#8221;, como diria Caetano Veloso, que não aquelas desejadas pelos forjadores da sigla MPB.</p>
<p style="text-align: justify;">Para entender a dimensão do talento do cantor, no vídeo abaixo ele realiza uma apresentação em seu programa &#8220;Show em Si&#8230; monal&#8221; e canta a música <strong>&#8220;Meu limão, meu limoeiro&#8221; </strong>que compôs em parceria com Carlos Imperial.</p>
<p><object width="590" height="393" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qoBkkFTO-Xc?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="590" height="393" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/qoBkkFTO-Xc?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: justify;">Já no vídeo abaixo <strong>Simonal</strong> canta<strong> &#8220;Sá Marina&#8221;</strong> uma de suas músicas que entrariam para a história, mesmo que ele tenha sido reprimido pela ditadura:</p>
<p><object width="590" height="393" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pb6gLGQiaC8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="590" height="393" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/pb6gLGQiaC8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ah&#8230;.não podemos esquecer&#8230;.vai rolar uma promoção!! A Editora Record nos disponibilizou dois livros iguais ao da foto ali em cima,que podem ser seus. Para participar basta clicar <a href="http://www.facebook.com/photo.php?fbid=236053653118435&amp;set=a.236053649785102.57843.100001414068987&amp;type=3&amp;theater" target="_blank">neste link do Facebook </a>e responder à seguinte pergunta : &#8221; O que você faria se fosse acusado pela ditadura militar de dedo duro?&#8217;</strong></p>
<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F10%2Fquem-nao-tem-swing-morre-com-a-boca-cheia-de-formiga-wilson-simonal-promocao-imperdivel%2F' data-shr_title='Quem+n%C3%A3o+tem+Swing+Morre+com+a+Boca+cheia+de+formiga.Wilson+Simonal+%2B+Promo%C3%A7%C3%A3o+Imperd%C3%ADvel%21'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F10%2Fquem-nao-tem-swing-morre-com-a-boca-cheia-de-formiga-wilson-simonal-promocao-imperdivel%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F10%2Fquem-nao-tem-swing-morre-com-a-boca-cheia-de-formiga-wilson-simonal-promocao-imperdivel%2F' data-shr_title='Quem+n%C3%A3o+tem+Swing+Morre+com+a+Boca+cheia+de+formiga.Wilson+Simonal+%2B+Promo%C3%A7%C3%A3o+Imperd%C3%ADvel%21'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F10%2Fquem-nao-tem-swing-morre-com-a-boca-cheia-de-formiga-wilson-simonal-promocao-imperdivel%2F' data-shr_title='Quem+n%C3%A3o+tem+Swing+Morre+com+a+Boca+cheia+de+formiga.Wilson+Simonal+%2B+Promo%C3%A7%C3%A3o+Imperd%C3%ADvel%21'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Tudo que você sempre quis saber sobre videoclipe</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 13:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca Caetano</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F08%2Fentrevista-com-ricardo-laganaro-diretor-de-tres-videoclipes-do-nx-zero%2F' data-shr_title='Tudo+que+voc%C3%AA+sempre+quis+saber+sobre+videoclipe'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F08%2Fentrevista-com-ricardo-laganaro-diretor-de-tres-videoclipes-do-nx-zero%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F08%2Fentrevista-com-ricardo-laganaro-diretor-de-tres-videoclipes-do-nx-zero%2F' data-shr_title='Tudo+que+voc%C3%AA+sempre+quis+saber+sobre+videoclipe'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F08%2Fentrevista-com-ricardo-laganaro-diretor-de-tres-videoclipes-do-nx-zero%2F' data-shr_title='Tudo+que+voc%C3%AA+sempre+quis+saber+sobre+videoclipe'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="shr-publisher-6210"></div><p><em>O videomaker Ricardo Laganaro é um apaixonado por videoclipes. Mais do que isso: sua paixão o levou para a graduação de Cinema e muito de seu tempo já foi dedicado à direção do produto que mais gosta. É dele a direção de vários vídeos do NX Zero e do Hateen, por exemplo, além do DVD &#8220;Invisível DJ’’ (2007) do Ira!, ao lado de Plínio Higuti. Sua veia videoclíptica faz com que seja um ótimo (e ácido!) crítico e pensador do videoclipe e, nesta entrevista exclusiva, ele fala do mercado de clipes nacionais, de como a ideia de vários clipes surgiu, do papel da MTV ontem e hoje e do mega esforço que profissionais da área devem fazer para se destacar no mercado de clipes nacionais.</em></p>
<p><span id="more-6210"></span></p>
<p>Bianca Caetano (<a href="mailto:bianca@clipestesia.com.br" target="_blank">bianca@clipestesia.com.br</a>)</p>
<p><em><strong>Clipestesia:</strong></em><strong> O que é preciso para dirigir um bom videoclipe?</strong></p>
<p><em>Ricardo Laganaro:</em> Olha  &#8230; Difícil dizer uma coisa só. Cada clipe tem uma história diferente,  contexto diferente,  verba e prazo diferentes. De qualquer  forma, antes de tudo o diretor tem que ter muita vontade de fazê-lo.  Sempre brinco que se você não ouviu a música menos que 100 vezes, não  está levando o trabalho a sério. Quem faz o processo no &#8220;automático&#8221; ou  só na empolgação, dificilmente fará algo que se destacará. Tem que  pensar muito em cada etapa, pra tentar tirar o máximo das condições que  você terá pra realizar cada trabalho.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://clipestesia.com.br/wp-content/uploads/2010/08/ricardo_laganaro.jpg"><img class="size-medium wp-image-6271  aligncenter" title="ricardo_laganaro" src="http://clipestesia.com.br/wp-content/uploads/2010/08/ricardo_laganaro-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Ricardo Laganaro em foto de arquivo pessoal</em></p>
<p><em><strong>Clipestesia:</strong></em><strong> Você  dirigiu clipes para o NX Zero, como </strong><em><strong>Além de Mim</strong></em><strong> (2006) e </strong><em><strong>Cedo ou tarde</strong></em><strong> (2008)</strong><strong>. Como eles foram concebidos? Qual foi a participação da banda e da  gravadora no  resultado final?</strong></p>
<p><em>Ricardo: </em>Esses clipes podem dar um bom exemplo do que disse acima. Vamos lá:</p>
<p>No <em><strong>Além de Mim</strong></em>, eu tive exatos 12 dias corridos do momento que recebi a  ligação da Arsenal (gravadora) até o dia que entregamos a fita pra MTV.  Tinha que ser essa loucura para o clipe tentar concorrer ao VMB. Eu não  conhecia a banda, a música ainda estava sendo gravada (usamos por quase  todo processo uma demo e, depois, uma versão ainda não mixada pela  gravadora), e tínhamos que começar a produção antes mesmo de aprovar a  ideia, senão o clipe não entraria no VMB e nada valeria a pena.</p>
<p>Tive uma  primeira reunião pra conhecer a banda e o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rick_Bonadio" target="_blank">Rick Bonadio</a> (presidente da  gravadora e produtor musical do NX) no próprio estúdio que eles estavam  gravando o disco. Lá pedi todo material de show que eles tinham  gravado, pra ver como eles agiam no palco. Os moleques tinham uma bela  presença, então voltei convencido no dia seguinte que só garantiria a  qualidade do clipe se fizéssemos apenas um &#8220;master shot&#8221; deles tocando.  Nada além disso, pois não teríamos tempo de pensar e produzir algo de  nível, nas condições que tínhamos. Por sorte, isso era o que a banda e a  gravadora também queriam. Um cartão de visita. Não precisavam aparecer  atuando ou em takes bonitinhos, quanto mais &#8220;pegada&#8221; de show o clipe  tivesse melhor.</p>
<p>Daí por diante foi correr muito pra produzir, filmar e  editar. Quando a gravadora viu o clipe, apenas pediram algumas  alterações de montagem e tratamento de cor. Tudo pra deixar o clipe mais  &#8220;rápido&#8221; e cru; e foi isso que ficou no resultado final. O esforço  valeu a pena porque fomos indicados na categoria Melhor Clipe de Banda Revelação, mas perdemos para o <strong>Hateen </strong>com o clipe <a href="http://www.youtube.com/watch?v=NUsXJQzX0m8" target="_blank"><em>Quem Já Perdeu Um  Sonho Aqui?</em></a> (curiosidade: da mesma gravadora, também dirigido por mim!  rsrs)</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QVjPYOCVvhE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/QVjPYOCVvhE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>No <em><strong>Cedo ou Tarde</strong></em>, a coisa foi bem  mais tranquila. O NX já estava estabelecido como uma banda de sucesso.  Tinham acabado de fazer um clipe que valorizava a atuação e comédia dos  integrantes (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=yg8XauH6_Is" target="_blank"><em>Pela Última Vez</em></a>) que ficou bem bacana, deu super certo e  até levou o VMB. E aí, com o lançamento do novo disco eles me chamaram  pra fazer uma espécie de &#8220;reapresentação&#8221; da banda.</p>
<p>Nesse trabalho já  tivemos um pouco mais de grana, mais prazo e mais papos. rsrs . Os  meninos, inicialmente queriam fazer o clipe tocando numa praia. Mas os  violinos da música não saíam da minha cabeça e não tinha dúvidas que  colocá-los tocando junto com uma orquestra, num teatro de ópera, num tom  mais sóbrio e sério, daria uma quebrada em tudo que os fãs já tinham  visto da banda e poderia ficar bem interessante. É uma coisa que várias  bandas gringas (que crescemos ouvindo e admirando) já fizeram, e não me  lembrava de ter visto uma banda brasileira fazendo algo do tipo, de  maneira tão trabalhada como estávamos pensando. Eles compraram a idéia  na hora e apenas pediram pra eu pensar em acrescentar umas cenas mais  poéticas, que simbolizassem a perda. Vale lembrar que a música foi  escrita pelo Gee (guitarrista da banda), numa homenagem póstuma ao pai  que faleceu quando ele era bem pequeno. Aproveitando esse tom mais  poético também pensei em colocar umas imagens com cara de &#8220;making of&#8221;,  sempre em câmera lenta, de um modo que também ajudasse a mostrar a banda  duma maneira que normalmente os fãs não veem. Essa mistura toda acabou  funcionando.</p>
<p>Neste video, a gravadora foi parceira total. Já confiava  bastante no meu trabalho e também no gosto do pessoal da banda.  Praticamente não alteramos a montagem que foi apresentada pela primeira  vez e o clipe beira os 12 milhões de views no Youtube, é o clipe mais  visto da banda e um dos videos de música mais vistos no Brasil . Tenho  muito orgulho do resultado final e dessas marcas.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XdglM81b4g8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/XdglM81b4g8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Clipestesia: <em>Daqui pra frente, </em>também do NX Zero, não é apenas videoclipe mas foi pensado no formato de uma mini-série para a web a partir de imagens captadas através de um celular. Uma ideia inovadora dentro do mercado audiovisual brasileiro. Como surgiu esse projeto e como você acha que os fãs, a banda, a gravadora e o mercado receberam a proposta?</strong></p>
<p>O <em><strong>Daqui Pra Frente</strong></em> foi uma viagem &#8230;rsrs Há muito tempo eu já  queria fazer um &#8220;road-clipe&#8221; (algo bem diferente de tudo que já tinha  feito). Aí vi o filme <a href="http://www.youtube.com/watch?v=2LAuzT_x8Ek" target="_blank"><em>Into the Wild</em></a> e decidi que ia fazer um clipe  assim de qualquer jeito! Comecei a buscar idéias que justificassem essa  viagem toda e aí acabou surgindo a criação da mini-série. Já que ía  contar uma história &#8220;grande&#8221;, bem maior do que de costume, achei legal  assumir que o clipe viraria apenas um trailer pra essa história, que  seria explicada de verdade na mini-série. Tudo isso aconteceu ainda sem  banda e sem música. Era apenas uma piração minha. Quando finalmente  fechei a história e o formato, levei pra Arsenal e mostrei para os amigos.  Eles piraram e aí começamos a procurar uma música do NX que tivesse a  ver com a idéia.</p>
<p>Na época, todo mundo se empolgou bastante com a  possibilidade de estar criando algo realmente diferente. Na primeira  reunião que tive com os meninos da banda, não percebi neles, em nenhum  momento, medo ou receio de estar criando algo que nunca tinha sido  testado por aqui. Todo mundo curtiu e isso deu muita força pra tocarmos o  projeto. Fechei então todos os roteiros, e a coisa toda ficou assim:  teríamos o clipe com a Júlia (o nome da protagonista) e mais 16  episódios gravados em celular (os primeiro 8 explicariam as situações  que o clipe já mostrava, os próximos 8 mostrariam o que acontecia com  ela depois do fim &#8220;misterioso&#8221; do clipe). Ou seja, o clipe virou um  produto intermediário. Sozinho, praticamente não fazia sentido. A graça  estaria em vê-lo na TV  e depois acompanhar a mini-série que ia dando um  sentido maior pra tudo que já estava insinuado lá, até o desfecho  final.</p>
<p>O resultado? Deu tudo errado! rsrs</p>
<p><strong>Clipestesia: Deu tudo errado com o videoclipe???</strong></p>
<p><em>Ricardo</em>: A gravadora topou, a banda  topou, eu tinha a ideia muito clara na cabeça. Os videos foram  gravados, a história foi contada e até quando vimos o resultado final, a  sensação foi de euforia. Todo mundo achava que ficou bacana (dentro dos  recursos que tínhamos) e que ia dar certo. Porém, pecamos na  distribuição.</p>
<p>Na época, eu acreditava piamente que com a exposição do NX  (já era a maior banda jovem do Brasil), e sendo um clipe com o final  &#8220;aberto&#8221;, os fãs iriam sair pesquisando sobre uma possível continuação  ou algo do tipo. Porém, negociações entre a gravadora e a MTV fizeram com que o primeiro capítulo da série só entrasse no ar dois meses depois da  veiculação do clipe na TV. E pra piorar, apenas dentro do site MTV  Overdrive, precisando dar uns 4 cliques pra encontrar os  capítulos&#8230;  Ou seja, por quase 2 meses o público viu apenas um clipe  no TV  &#8221;sem pé nem cabeça&#8221;, e sem nenhuma ação que explicasse que era  apenas um trailer, uma prévia, de uma história maior que viria depois.  Por conta disso, a maioria do público detonou o clipe (com toda razão).  Mesmo quem começou a acompanhar a série, depois dos 2 meses, não sabia  quantos capítulos seriam, até onde a coisa iria, e qual a periodicidade  dos episódios. Nada ajudava as pessoas a se interessarem pela história  como um todo. Hoje é fácil perceber que tínhamos que ter criado um site  só do projeto e divulgar isso ao máximo, até antes do clipe ser lançado.  A história por si só não ia fazer as pessoas entenderem a proposta  toda, e assumo bastante a culpa nisso. Não briguei o suficiente para que  tivéssemos essa explicação. Me empolguei com a história que estava  contando e achei que o resto ia funcionar. Na prática, foi um avião  carregado tentando decolar com o freio de mão puxado. Só podia resultar  numa coisa: CABUM!!</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/CTDSAL3ZFfs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/CTDSAL3ZFfs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<address>Nota do editor: a versão deste videoclipe disponibilizada na internet pela gravadora da banda não tem a parte final do trabalho. Não há nele o final diferenciado sobre o qual Ricardo Laganaro se refere na entrevista</address>
<address></address>
<address></address>
<p><strong>Clipestesia: Você acha então que a ideia do clipe de Daqui pra Frente não deu certo apenas por erro de divulgação? Será que não foi empolgação demais com uma proposta tão nova no Brasil?</strong></p>
<p><em>Ricardo: </em>Nessa  época (e ainda sofremos isso) as gravadoras já estavam querendo gastar  cada vez menos, então pensei em uma forma de trazer as grandes empresas  pra patrocinar a produção de clipes. Nesse caso, achei que se colocasse  um celular como &#8220;personagem&#8221; interagindo com a protagonista por toda  viagem, isso talvez gerasse o interesse de um fabricante de celulares  pra bancar a coisa toda. A idéia era ser o embrião, uma luz (quem  sabe&#8230;), de um novo formato entre banda, gravadora e patrocinadores. Só  que infelizmente no Brasil as empresa não compram idéias. Compram  apenas produtos prontos, testados e aprovados. Assim, não conseguimos  vender o projeto e tivemos que produzir tudo, com a verba que teríamos  apenas para um clipe tradicional. Óbvio que o resultado ficou aquém do  que poderia ter sido. É uma pena. Se nos espelharmos nos gringos (mais  uma vez), sabemos que lá fora eles fazem muito disso. Os diretores de  marketing americanos já entenderam a força que um videoclipe e os  grandes artistas exercem no seus públicos, então recheiam os clipes de  produtos que até podem ajudar a contar uma história (se forem bem  inseridos nos roteiros). Aqui no Brasil, a gente consegue uma permuta  pra não ser obrigado a pagar pelo produto, e no máximo, um ticket e o  dinheiro do busão! rsrs &#8230;</p>
<div>
<p>De qualquer forma,  a proposta saiu. Acho válido. Não dá pra se tentar algo novo, só  acertando. Valeu ter feito o projeto, pela criação da história, pelo  ineditismo, pela dedicação e parceria de todos os envolvidos (equipe de  produção, atores, banda etc.) e principalmente pelo prazer de rodar uma  história como a da Julia. Pena que isso não vingou pro público em geral&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://clipestesia.com.br/wp-content/uploads/2010/08/blog_laga2_picnik.jpg"><img class="size-large wp-image-6217 aligncenter" title="blog_laga2_picnik" src="http://clipestesia.com.br/wp-content/uploads/2010/08/blog_laga2_picnik-1024x682.jpg" alt="" width="553" height="368" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Ricardo Laganaro durante as gravações do clipe Daqui pra Frente </em>(arquivo pessoal)</p>
<p><em><strong>Clipestesia:</strong></em><strong> A  MTV é um dos legitimadores do formato e da linguagem de videoclipe  como  a conhecemos. Mas em 2006 a MTV Brasil decidiu diminuir o tempo   destinado a exibição de videoclipes em sua grade de programação. De que forma isso afetou o mercado brasileiro de videoclipes?</strong></p>
<p><em>Ricardo: </em>Foi  uma estocada no peito. Senti isso mais na pele do que ninguém. De um  mês para o outro, a média dos orçamentos de clipes foram reduzidos em mais  de 50%. Difícil imaginar um empresário de gravadora continuar investindo  em clipes, ouvindo do diretor geral do único e maior canal de massa  especializado no formato que o clipe na TV era passado<strong>.</strong> E o golpe de  misericórdia foi acabar com todas as categorias de clipe no VMB. Pra  todo mercado de cinema, o VMB era o único lugar pra se divulgar de  verdade, com visibilidade e credibilidade, seu trabalho como  profissional. Praticamente todo mundo da área, topava fazer um clipe &#8220;de  graça&#8221;, e dava o melhor de si, porque sabia que em agosto ou setembro  ia ter uma premiação que ia passar para o Brasil todo, falando nomes e  mostrando os melhores trabalhos (praticamente) autorais de diretores,  diretores de fotografia, diretores de arte, editores etc. etc. Se o  trabalho ficasse bom mesmo, a recompensa viria. Muitos ótimos diretores  se lançaram no mercado assim, no auge dos clipes na MTV BR.</p>
</div>
<p><strong>Clipestesia: Mas você não acha que a diminuição de videoclipes na grade televisiva é uma tendência não apenas da MTV Brasil, mas de todos os canais da emissora, incluindo a norte-americana?</strong></p>
<p><em>Ricardo</em>: Se  tomarmos como exemplo a matriz americana, eles nunca deixaram de  prestigiar o formato, mesmo na programação principal. O &#8220;Top&#8221; sempre  continuou. Documentários e making-ofs super bem produzidos rolam por  lá. Além disso, desde que reduziram os clipes da programação principal,  eles criaram a MTV 2 (que só passa clipes o tempo todo) e depois veio a  VH1, que é um canal que homenageia não só os clipes como toda &#8220;cultura&#8221; ao  redor dele, com as histórias das produções, bandas que só foram famosas  por causa de um clipe, os grandes clássicos  etc. etc&#8230; Ou seja, mesmo que os negócios peçam outros tipos de programa, eles sabem que a  espinha dorsal de um canal chamado MusicTelevision, é o videoclipe. A  minha grande bronca da MTV daqui nem é a diminuição da carga horária só  de clipes, mas o total desprestígio do formato que os fez serem o que  são hoje. E o pior, de forma leviana, porque eles mesmos tiveram que  voltar atrás em algumas dessas decisões.</p>
<p><strong>Clipestesia: E qual a situação do videoclipe atualmente no Brasil?</strong></p>
<p><em>Ricardo:</em> Atualmente acho que a coisa se divide. Falando nas bandas grandes, o tal  &#8220;mainstream&#8221;, as coisas só pioram. Como &#8220;indústria&#8221; (que quase existiu  nos anos 90 e começo dos anos 2000) acho que o mercado está numa fase de &#8220;coma&#8221;. Cada vez menos verba e menos prestígio para o formato nos meios  tradicionais, o que torna ainda menor o investimento. Muitas bandas  extraem clipes de gravações dos shows (fica muito mais barato) e  pronto. Tá feito o clipe. Triste&#8230;</p>
<p>Porém, no  mercado independente, temos a tecnologia a nosso favor, com câmeras  incríveis como a RED e a 5D e ilhas de edições portáteis em qualquer  notebook, que permitem que se façam trabalhos lindos, com muito menos  grana do que se fazia antes. Então, tem muita coisa bacana aparecendo  por aí. Tudo isso por conta de gente mais nova, querendo mostrar  trabalho, com muito talento, &#8220;sangue nos olhos&#8221; e que vão produzindo  clipes totalmente na guerrilha, com resultados cada vez mais  interessantes.</p>
<p><em><strong>Clipestesia:</strong></em><strong> Hoje em dia se fala em uma retomada dos videoclipes nacionais. Você concorda?</strong></p>
<p><em>Ricardo: </em>Acho  que a retomada é mais por conta desse mercado indie que citei acima,  que conta muito com a web como plataforma de veiculação. Não sei  (mesmo!!) o que vai acontecer com o tal &#8220;mercadão&#8221;, e como as grandes  bandas no Brasil vão lidar com o videoclipe nos próximos anos.</p>
<p><em><strong>Clipestesia: </strong></em><strong>É possível viver apenas dirigindo videoclipes no Brasil?</strong></p>
<p><em>Ricardo: </em>Acho  MUITO difícil. Mesmo quando se tinha mais grana, você acabava gastando  todo orçamento que vinha e se bobear mais um pouco pra conseguir um  resultado que se destacava. Já ouvi falar de muitos clipes que os  próprios artistas completavam a grana que faltava pra saírem como o  diretor queria. E posso falar por experiência própria (além de outros  amigos) que já pus dinheiro do bolso pra não abrir mão de algo que achava  essencial para o clipe funcionar. Clipe sempre foi vocação no Brasil, nunca  um meio de se ganhar dinheiro.</p>
<p><em><strong>Clipestesia: </strong></em><strong>Por  último, você tem algum diretor de videoclipes que admire? Ou algum clipe que você adore e que gostaria de ter feito?</strong></p>
<p><em>Ricardo: </em>Muitos!  Fui estudar cinema por causa de videoclipe. Sempre sonhei em dirigir um  clipe. Apesar de achar o Michel Gondry e o Spike Jonze absolutamente geniais, acho  que os diretores que mais admiro são o Jonathan Glazer e o Mark Romanek.  O clipe que eu queria ter feito? <em>Rabbit in Your Headlights</em> by UNKLE ft. Thom Yorke (do Glazer). Além desse, tem mais uns outros 457 clipes&#8230;</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/cud_k9f6tqk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/cud_k9f6tqk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Pra  terminar, vale também citar todos diretores brasileiros dos 90 e começo  dos anos 2000 que me influenciaram quando eu ainda era um adolescente  MTVmaníaco : Andruccha Waddington, Oscar Rodrigues Alves, Maurício Eça, Alex  Miranda, Johnny Araújo, Jarbas Agnelli, Christiano Metri e todos dessa  geração. Foram esses caras que fizeram a minha geração acreditar que  poderíamos fazer clipes bons aqui no Brasil. Devo muito a todos eles.</p>
<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F08%2Fentrevista-com-ricardo-laganaro-diretor-de-tres-videoclipes-do-nx-zero%2F' data-shr_title='Tudo+que+voc%C3%AA+sempre+quis+saber+sobre+videoclipe'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F08%2Fentrevista-com-ricardo-laganaro-diretor-de-tres-videoclipes-do-nx-zero%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F08%2Fentrevista-com-ricardo-laganaro-diretor-de-tres-videoclipes-do-nx-zero%2F' data-shr_title='Tudo+que+voc%C3%AA+sempre+quis+saber+sobre+videoclipe'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F08%2Fentrevista-com-ricardo-laganaro-diretor-de-tres-videoclipes-do-nx-zero%2F' data-shr_title='Tudo+que+voc%C3%AA+sempre+quis+saber+sobre+videoclipe'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Baba Baby!</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 02:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Mendonça</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[baba]]></category>
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		<category><![CDATA[Kelly Key]]></category>

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		<description><![CDATA[Kelly Key concede entrevista exclusiva e, sempre sorrindo, fala de sua carreira e, claro, de seus videoclipes
Marcelo Mendonça (marcelo@clipestesia.com.br)
Clipestesia: Você já começou sua carreira quando os videoclipes eram sucesso e parte fundamental para divulgação de um artista de música pop. Seu primeiro clipe Baba, por exemplo, é uma grande produção com diversas locações e tem Marcello Novaes no elenco. Você foi totalmente conduzida pela gravadora nesse primeiro momento ou pode opinar sobre o que queria pro clipe e sua imagem?
Kelly Key: Não! Nesse momento não pude opinar muito. Só dei ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F03%2Fbaba-baby%2F' data-shr_title='Baba+Baby%21'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F03%2Fbaba-baby%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F03%2Fbaba-baby%2F' data-shr_title='Baba+Baby%21'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F03%2Fbaba-baby%2F' data-shr_title='Baba+Baby%21'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="shr-publisher-1744"></div><p><em>Kelly Key concede entrevista exclusiva e, sempre sorrindo, fala de sua carreira e, claro, de seus videoclipes</em></p>
<p><strong>Marcelo Mendonça</strong> (marcelo@clipestesia.com.br)</p>
<p>Clipestesia: Você já começou sua carreira quando os videoclipes eram sucesso e parte fundamental para divulgação de um artista de música pop. Seu primeiro clipe Baba, por exemplo, é uma grande produção com diversas locações e tem Marcello Novaes no elenco. Você foi totalmente conduzida pela gravadora nesse primeiro momento ou pode opinar sobre o que queria pro clipe e sua imagem?</p>
<p>Kelly Key: Não! Nesse momento não pude opinar muito. Só dei opinião a partir do segundo clipe, Anjo, que fazia parte do mesmo álbum.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="450" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6FBT577aHKo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="344" src="http://www.youtube.com/v/6FBT577aHKo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Clipestesia: Em <a href="http://www.youtube.com/watch?v=BGzW1g9nusU">Adoleta</a>,  primeiro videoclipe do  seu segundo álbum,  sua imagem já está  diferente da mostrada em Baba, Anjo e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=539A755fLSk">Cachorrinho</a>. Qual  foi a importância  desse videoclipe pra condução de sua carreira?</p>
<p><strong><em>KK: O clipe tem um clima mais  jovem, de uma menininha  (risos)! Ele usa mais cores claras, investe no rosa e a  imagem de  garota fatal dos clipes anteriores se mostra um pouco mais sutil. Meu   público feminino aumentou muito depois desse clipe.</em></strong></p>
<p>Clipestesia: Em 2006, quando a MTV  anunciou que não  exibiria mais videoclipes e os artistas brasileiros começaram  a deixar a  produção de videoclipes, você lançou o DVD &#8220;Toda Linda&#8221;,  com 10  videoclipes produzidos especialmente para o DVD e sem pretensão de serem   exibidos na TV. O grande investimento no videoclipe é uma exigência  dos fãs?</p>
<p><strong><em>KK: É também! Mas, na verdade, se  não temos  como nos expôr na televisão, é uma forma do público nos assistir em   casa.</em></strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="450" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bdQJgiwuA9k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="344" src="http://www.youtube.com/v/bdQJgiwuA9k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Clipestesia: As músicas que não foram  trabalhadas por  você como singles, também ganharam clipes  &#8220;não-oficiais&#8221; no YouTube,  feitos pelos fãs. Você costuma assistir a  esses vídeos e consegue medir  a importância deles pra sua divulgação?</p>
<p><strong><em>KK: Esses são os que mais  curto! Além de ser  importante como divulgação, é uma maneira de mostrar o que a  minha  música significa na vida das pessoas que fizeram o vídeo. Procuro   assistir o máximo que consigo. Até hoje tudo o que vi, adorei!</em></strong></p>
<p>Clipestesia: Seu público foi variando de acordo com o  tempo. O pop sensual deu lugar às  canções com maior apelo infantil e,  agora na Som Livre, você tem um perfil  igualmente pop, mas menos  infantil que o segundo e mais romântico que o  primeiro. O que mudou na  sua personalidade durante esses 8 anos de carreira e  como isso foi  refletido nos seus clipes?</p>
<p><strong><em>KK: Bem, neste trabalho ainda  não fizemos um  clipe. As mudanças no trabalho vieram com meu amadurecimento  pessoal. </em></strong><strong><em>Acho  que faz parte da  carreira de qualquer um.</em></strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="450" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/2hJM0Q7vdsQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="344" src="http://www.youtube.com/v/2hJM0Q7vdsQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Clipestesia: O que  podemos esperar da Kelly Key daqui  pra frente?</p>
<p><strong><em>KK: Só surpresas, muitas  (risos)! Espero que  todos gostem!</em></strong></p>
<p>Clipestesia: Muito  obrigado pela entrevista! Por último,  você pode  escolher algum clipe de qualquer outro artista? Qual você  considera  &#8220;o&#8221; clipe?</p>
<p><strong><em>KK: Nossa, são muitos (risos)!  Mas, acho que  os clipes do Michael Jackson e da Britney são os melhores.</em></strong></p>
<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F03%2Fbaba-baby%2F' data-shr_title='Baba+Baby%21'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F03%2Fbaba-baby%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F03%2Fbaba-baby%2F' data-shr_title='Baba+Baby%21'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F03%2Fbaba-baby%2F' data-shr_title='Baba+Baby%21'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Mudhoney vem ao Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 14:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Holzbach</dc:creator>
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		<title>Entrevista Bad Religion</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 14:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Holzbach</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Calma, ainda não foi dessa vez que o Clipe Nuevas entrevistou uma banda do porte do Bad Religion! Trata-se de uma entrevista deles na semana passada, antes do show no GAS Festival em São Paulo. A entrevista tem uns dois minutos e meio e carrega relativamente rápido. Uma pena que uma banda como o Bad Religion tenha dividido o palco com uma pessoa que atende pelo nome de Chorão&#8230;

Pra quem não conhece, o Bad Religion é uma banda de punk rock, surgida na década de 80, em Los Angeles/Califórnia. As ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F09%2Fentrevista-bad-religion%2F' data-shr_title='Entrevista+Bad+Religion'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F09%2Fentrevista-bad-religion%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F09%2Fentrevista-bad-religion%2F' data-shr_title='Entrevista+Bad+Religion'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='none' data-shr_href='http%3A%2F%2Fclipestesia.com.br%2F09%2Fentrevista-bad-religion%2F' data-shr_title='Entrevista+Bad+Religion'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div class="shr-publisher-105"></div><p>Calma, ainda não foi dessa vez que o Clipe Nuevas entrevistou uma banda do porte do Bad Religion! Trata-se de uma entrevista deles na semana passada, antes do show no <a href="http://www.gasfestival.com.br/#/home">GAS Festival</a> em São Paulo. A entrevista tem uns dois minutos e meio e carrega relativamente rápido. Uma pena que uma banda como o Bad Religion tenha dividido o palco com uma pessoa que atende pelo nome de Chorão&#8230;</p>
<p><a class="abp-objtab-0016536778337761904 visible ontop" style="left: 0px ! important; top: 0px ! important;" href="http://st1.mais.uol.com.br/embed.swf?path=/4/14/63/&amp;id=93196&amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;mediaId=veja-entrevista-com-o-grupo-bad-religion-04023460E4B90326"></a><a class="abp-objtab-0016536778337761904 visible ontop" style="left: 0px ! important; top: 0px ! important;" href="http://st1.mais.uol.com.br/embed.swf?path=/4/14/63/&amp;id=93196&amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;mediaId=veja-entrevista-com-o-grupo-bad-religion-04023460E4B90326"></a><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100%" height="368" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="window" /><param name="src" value="http://st1.mais.uol.com.br/embed.swf?path=/4/14/63/&amp;id=93196&amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;mediaId=veja-entrevista-com-o-grupo-bad-religion-04023460E4B90326" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="368" src="http://st1.mais.uol.com.br/embed.swf?path=/4/14/63/&amp;id=93196&amp;host=http://st1.mais.uol.com.br&amp;mediaId=veja-entrevista-com-o-grupo-bad-religion-04023460E4B90326" wmode="window"></embed></object></p>
<p>Pra quem não conhece, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bad_Religion">Bad Religion</a> é uma banda de punk rock, surgida na década de 80, em Los Angeles/Califórnia. As letras da banda são sempre muito politizadas, falando sobre política (dãr), meio ambiente, relacionamentos, pessoas e por aí vai. Dois <a href="http://www.clipestesia.com.br">clipes </a>que recomendo deles: &#8220;Sorrow&#8221;, pela música, e &#8220;Los Angeles is Burning&#8221; pela música e edição do clipe.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BxoD9zWY9Rg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/BxoD9zWY9Rg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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