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Forever Madonna.

16 dezembro 2008 325 views 4 Comentarios

Não teve tempo ruim que estragasse o show. O público, muito colorido, já estava em êxtase na fila, antes mesmo de entrar. Quando abriram os portões dava pra ouvir os gritos das pessoas que corriam desesperadas para ter um lugar na frente da grade, que separava a pista da área vip.
Não precisei correr, consegui aos poucos chegar lá na frente. Os globais compareceram em peso: Angélica, Luciano Hulk, Luana Piovani, Vera Holtz, Paulo Vilhena, Murilo Rosa… Todos na área vip – inveja – ainda vazia no show de abertura com o dj Paul Oakenfold, que por sinal fez uma apresentação um tanto medíocre, não tocando suas músicas, e sim umas mixagens de músicas alheias, como Don’t Stop The Music da Rihanna, Other Side do Red Hot Chili Peppers e Seven Nation Army do White Stripes. Ficou fraquinho…
Lembro que todos gritavam “linda” para Vera Holtz, que falava muito simpática com o povo da pista, quando as luzes do palco se apagaram e a histeria tomou conta da galera. Foi hipnotizante ver a animação de abertura nas telas dinâmicas do palco. Um espetáculo!
E quando a Diva apareceu, sentada em seu trono, todos enlouqueceram. Fiquei totalmente espremida lá na frente, mas nem me importei. Flashes alucinados se dispararam em sua direção. Mas fotos boas mesmo, só as da divulgação do show, aí sim que podemos perceber que ela realmente andou abusando da musculação…

Pra dizer a verdade esperava muito mais desse show. Valeu a pena mesmo por causa do último bloco, depois da esfriada do terceiro com as músicas latinas (acho que ela não percebeu que os brasileiros não são propriamente latinos, poderia ter passado sem essa); o último bloco veio com tudo, começando com 4 Minutes e a gracinha do Justin na tela interagindo com ela. Mas o ponto alto, sem dúvida alguma, foi Like A Prayer, sendo eu suspeita pra falar por se tratar da minha música preferida da fase anos 80. Foi a única que o público cantou em peso, indiscutível.
Mas pecado mesmo foi ela não ter tocado Like A Virgin, espectativa geral. E um ponto a favor foi não ter cantado Don’t Cry For Me Argentina, bom senso de sua produção.
Agora, o que todos queriam ter visto: o tombo que ela levou e conseguiu sair pela tangente. Cara, preciso admitir, ela “A-HA-ZA”!! Cai na frente de TODO MUNDO e coloca isso como parte da coreografia, continua dançando e o que ela fez pra disfarçar? Beijou outra mulher. Aí, que se f… o tombo, delírio total! Tá, ela não caiu, escorregou no molhado, mas pra mim dá no mesmo.
Com tudo isso, enfrentando frio, chuva, barca, metrô, e uma volta sentada no chão do ônibus toda ensopada por 1h até chegar em casa, eu só tenho a dizer o mesmo que Falcão, “valeu a pena, ê! ê!”. Cada centavo, cada empurrão, cada gota de chuva.
Afinal, Madonna no Brasil ou você foi, ou você nunca mais irá.

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4 Comentários »

  • Rodrigo Galhano disse:

    Uau… to passado com esse post!

  • Bianca Caetano disse:

    Adorei o post, Larissa!

    E adorei a parte sobre o “público colorido”… rs,rs,rs

  • Patrícia Angélica disse:

    nossa… Lari, deu banho no meu post…

    adorei…

    mas tb… escrevi o meu às 2 da manhã… minahs idéias não se concatenavam direito…

    o seu tá perfeitooooo, uma síntese linda de td!!!!!

  • Michel Rhapsody disse:

    Bom mesmo, Parabéns. Fiquei sabendo que o tal Fábio pediu Everybody, mas ela disse que não gostava dessa música. Depois que veio Express Yourself. Eu pediria Papa don’t Preach ou True Blue ou Live to Tell ou Rain (já que tava chovendo mesmo hahahaha).

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